estudando literatura modernista...
Ventava naquele
dia, o dia em que o mundo viraria de cabeça para baixo. De repente eu abri os olhos e estava tudo
diferente jeitos de completar uma laranja
listrada com manchas vermelhas, fazendo barulhos bem
desconhecidos, assim ela gritou: “666 é o número da
besta” e então entrou pela janela o cheiro suave da terra molhada. Tudo parecia tão irreal que deu vontade de gritar até
morrer e assim voar até a metade azul e verde da lua que poderia ser também
minhocas foram rastejando até encontrar uma terra fértil e sem as patinhas foi muito mais
difícil...é...realmente...aquilo estava muito embaraçoso...muito
complicado demais para que eu pensasse naquilo. Era noite e os vaga lumes podiam ser vistos, tamborilando na noite escura e fria e opaca por causa da
neblina. Mas mesmo assim elas são capazes de correr com óculos de sol saindo de tudo nas neblinas
russas contra as pessoas americanas nessa guerra
fria. sim, fria como a neve,
huahuahua [risada maléfica]; comecei a ficar estressada. E aquela vozinha sonsa e aguda perguntava sem parar o que era a
perestróika russa que invadiu tudo e assim acabou: contos de
ODESSA realmente uma palavra que eu não sei o que significa é muito
estranha. Bem vindos a selva!
Anna, Aline, Eu, Sara – 26/08
Escrito por carol às 00h28
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